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Titulo A Política como Vocação (seguido de) A Ciência como Vocação
Autores Max Weber, Miguel Morgado (Introdução), Artur Morão (Tradutor)
Colecção
Clássicos do Pensamento Político
Género
Ensaio
Proposto por
Pedro Bernardo
Editor
Pedro Bernardo
Formato
13x20cm
N.º Páginas
164
Data
Março/Abril de 2017
ISBN
978-989-99720-3-2
Duas conferências fundamentais para o pensamento filosófico e sociológico moderno publicados pela primeira vez de forma integral em língua portuguesa.
Os dois célebres textos de Max Weber (1864-1920), aqui propostos, são circunstanciais, mas ganharam o estatuto de ‘clássicos’, e vale sempre a pena revisita-los.
A política como vocação é a famosa conferência pronunciada no Inverno de 1017 diante de estudantes, onde se desenha, de modo muito conciso, o aparecimento e o perfil do “político profissional”, mas enquadrado numa reflexão filosófico-política de grande fôlego que, entre outras coisas, aborda o magno problema da relação entre a ética e a política.
O escrito A ciência como vocação resulta de uma comunicação a estudantes alemães em 1919 e deixa aparecer em vislumbres rápidos a visão, até certo ponto trágica, que Max Weber tem da cultura, palco de uma “luta de deuses”, ou seja, de mundividências antagónicas, entre si incompatíveis e sem fundamento disponível de justificação, em contraste com as quais se alça a ciência, com o seu intuito modesto de conhecimento (possível) das diversas realidades.
Max weber (1864-1920) é um dos mais importantes nomes da Sociologia e do pensamento moderno.
Max Weber, reputado sociólogo alemão, teve um percurso que abarcou também a filosofia, o direito, a participação política (fundou o Partido Democrático Alemão) e a investigação em ciências sociais, sendo, a par de Durkheim e Marx, considerado um dos fundadores da moderna sociologia. Parte da sua notoriedade advém do facto de ter escolhido como objecto da sua investigação questões associadas ao desenvolvimento do capitalismo e de uma certa modernidade. Numa das suas obras mais conhecidas – A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo – faz uma síntese brilhante entre sociologia económica e sociologia da religião.
Esta edição junta o texto das duas palestras que Max Weber dedicou ao tema, a primeira em Munique, em 1917 (e que inclui a sua célebre definição de Estado), a segunda em 1919.
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